Marcelo Arar e Fabrício Xavier marcaram presença no Rio Open da CBJJ (Foto: Reprodução)
O subsecretário de Esportes do município do Rio de Janeiro, Marcelo Arar, marcou presença no Rio Open da CBJJ no último fim de semana, no Velódromo do Parque Olímpico, e acompanhou de perto o primeiro evento da entidade em 2026. Faixa-preta de Jiu-Jitsu, Arar esteve ao lado de Fabrício Xavier, presidente do Sindilutas, reforçando a aproximação institucional entre a Secretaria Municipal de Esportes e a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu.
Durante o evento, o subsecretário destacou o fortalecimento da parceria já existente entre a Secretaria de Esportes do Rio, Sindilutas, Defesa Civil e a CBJJ, que atualmente promovem o curso gratuito de Suporte Básico de Vida, voltado para primeiros socorros. A capacitação se tornou um requisito obrigatório para a conquista da faixa-preta, unindo formação esportiva e responsabilidade com a segurança dos atletas.
Em publicação nas redes sociais, ao lado do renomado árbitro Rodrigo Totti, Arar também anunciou o projeto para a criação de um novo curso profissionalizante, desta vez voltado à arbitragem de Jiu-Jitsu.
“Estamos com um projeto muito forte dentro da Secretaria de Esportes de capacitar o maior número possível de pessoas para o mercado de trabalho e também estamos entrando no Jiu-Jitsu. Para capacitar esses atletas, já já está vindo aí um curso de arbitragem”, afirmou. Segundo ele, a iniciativa conta com o apoio do secretário municipal de Esportes, Guilherme Schleder, e do prefeito Eduardo Paes.
Além da formação profissional, Arar reafirmou o desejo de recolocar o Rio de Janeiro no centro do cenário internacional da modalidade. Em entrevista ao canal “D-Couth”, o subsecretário revelou a intenção de trazer de volta o Campeonato Brasileiro e o Mundial de Jiu-Jitsu para a cidade, competições que durante anos foram realizadas no Tijuca Tênis Clube, na Zona Norte do Rio, mas que hoje acontecem em Barueri (SP) e na Califórnia (EUA), respectivamente.
“É um grande sonho, e o secretário Guilherme Schleder e o prefeito Eduardo Paes estão cientes disso. Vamos começar a engajar para trazer o Brasileiro e o Mundial de Jiu-Jitsu para o Rio de Janeiro. O Mundial precisa de antecedência, talvez dois ou até três anos, mas vamos lutar firme para que isso aconteça”, declarou Arar.
