Após dar show no UFC 325, Maurício Ruffy manifestou interesse em enfrentar Paddy Pimblett ou McGregor no UFC Casa Branca, em junho (Foto: Reprodução/UFC)
O nocaute sobre Rafael Fiziev no UFC 325, no último sábado (31), recolocou Maurício Ruffy em evidência na divisão dos leves. Um dos grandes destaques do evento, realizado na Austrália, o brasileiro aproveitou a entrevista pós-luta para mirar um objetivo ambicioso: garantir presença no card especial que o Ultimate pretende realizar na Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos. Além do pedido público, o alagoano já indicou dois possíveis adversários para esse cenário.
Posicionado atualmente na 14ª colocação do ranking da categoria, Ruffy deve ganhar alguns degraus na próxima atualização após superar Rafael Fiziev, então nono colocado. Com esse impulso, o brasileiro apontou diretamente para nomes de grande apelo midiático, como Paddy Pimblett e Conor McGregor. O inglês vem de uma disputa recente pelo cinturão interino, enquanto o irlandês, maior estrela do MMA, não compete desde 2021, mas tem sido associado a um possível retorno em um evento de grande porte.
Ao ser questionado sobre os próximos passos, o peso-leve foi direto ao recado para a cúpula do UFC e colocou seus alvos na mesa: “Hunter (Campbell), Dana White, o que vocês acham de me colocar na Casa Branca? Pode me colocar contra o Paddy Pimblett, pode me colocar contra o Conor McGregor… Tenho certeza que eu vs Conor McGregor vai dar um show muito melhor que Michael Chandler vs Conor McGregor”.
Do ponto de vista esportivo, o pedido faz sentido dentro da estratégia de crescimento de Maurício Ruffy. Uma vitória por nocaute sobre um atleta do Top 10 tende a acelerar sua projeção no ranking, e enfrentar nomes de alto impacto comercial pode ampliar sua visibilidade internacional, além de colocá-lo em rota direta para lutas ainda maiores na divisão mais disputada do UFC.
O UFC Casa Branca, por sua vez, integra as celebrações pelos 250 anos da Independência dos Estados Unidos e está previsto para o dia 14 de junho, mesma data do aniversário do presidente Donald Trump. Até o momento, a organização não confirmou nenhuma luta para o card, mas a expectativa é de um evento recheado de estrelas e confrontos de apelo global.
Nesse contexto, a presença de Conor McGregor é vista como uma possibilidade forte, justamente pelo peso que o irlandês carrega para a companhia. Se o plano se concretizar, Maurício Ruffy tenta se colocar como uma alternativa competitiva e atrativa para dividir o palco com grandes nomes, transformando o momento positivo após o UFC 325 em uma chance de salto definitivo na carreira.
