Dana White destaca critério técnico e potencial midiático na montagem do card histórico na Casa Branca, que será realizado em junho (Foto: Reprodução/UFC)
A formação do card do UFC Casa Branca gerou debates na comunidade do MMA, especialmente pela presença de nomes como Diego Lopes e Maurício Ruffy em um evento de grande magnitude. Diante da repercussão, o presidente do UFC, Dana White, detalhou os critérios adotados para a escolha dos atletas.
Segundo o mandatário, a prioridade foi escalar lutadores que combinem alto nível técnico com apelo comercial. A proposta, de acordo com Dana White, foi montar um evento que, além de competitivo, também ampliasse a visibilidade de atletas em ascensão dentro do Ultimate.
“Estamos sempre buscando colocar os melhores lutadores que pudermos contra os melhores lutadores. E, obviamente, esse card (na Casa Branca) vai ter muita exposição. Uma das coisas que queríamos fazer ao montar este card era que os caras que estão lá, cada uma dessas lutas realmente significa alguma coisa nas categorias”, disse Dana White, em entrevista ao canal do UFC no YouTube.
Diferentemente do que parte do público imaginava, o evento não seguirá a lógica de confronto entre atletas dos Estados Unidos contra lutadores do restante do mundo, mesmo sendo uma celebração simbólica pelos 250 anos da Independência do país. A estratégia adotada pelo UFC prioriza narrativas esportivas relevantes e combates com impacto direto nos rankings.
Além de Diego e Ruffy, nomes como o do peso-médio Bo Nickal e o ex-campeão peso-galo Sean O’Malley também integram o card, reforçando a mistura entre atletas consolidados e promessas com forte conexão com o público.
No evento da Casa Branca, Diego Lopes terá pela frente Steve Garcia, enquanto Maurício Ruffy encara o veterano Michael Chandler. Já nas lutas principais, Ilia Topuria e Alex Poatan lideram, em duelos contra Justin Gaethje e Ciryl Gane, respectivamente, um card que promete grande repercussão dentro e fora do octógono.
