Mestre Júlio César Pereira destaca qualidade do time, preparação estratégica e a importância de competir com prazer para alcançar grandes resultados (Foto: Divulgação)
A GFTeam se prepara para mais um grande desafio no cenário internacional: o Pan-Americano de Jiu-Jitsu da IBJJF, que acontece a partir desta quarta-feira (25) e termina no domingo (29), na Flórida (EUA). Sob o comando do mestre Júlio César Pereira, a equipe chega com confiança, experiência e atletas prontos para brigar entre os melhores.
“A expectativa é a melhor possível. A gente tem feito um bom trabalho, tanto com a galera do Brasil quanto com o pessoal aqui dos Estados Unidos”, afirmou o treinador, destacando a consistência do trabalho desenvolvido nos dois polos da equipe.
Mesmo sem levar um grande número de atletas, a estratégia da GFTeam para o Pan-Americano de Jiu-Jitsu da IBJJF é clara: apostar na qualidade.
“A gente não vem com tanta gente assim, mas os poucos que estão vindo, estão vindo com bastante qualidade e, com certeza, vão fazer a diferença neste Pan”, explicou.
Entre os nomes que representam a equipe na faixa-preta estão atletas experientes e competitivos, como Carlos Alberto “Bebeto”, Israel Almeida, Ismael Santos, Ademir, Felipe Carlos e Lucas Montalvão, além de um time feminino forte com Claudiane Lima, Gisele Menezes e Maria Delahaye, reforçando o equilíbrio e a força da equipe.
A participação no Pan-Americano da IBJJF faz parte de um planejamento maior da equipe, que busca estar presente nas principais competições do circuito mundial: “A gente sempre faz o Grand Slam: Europeu, Pan-Americano, Mundial e Brasileiro. A gente tenta focar nesses eventos”, destacou Júlio César.

Mais do que resultados, o mestre também reforça a filosofia que orienta seus atletas dentro do tatame. Para ele, o desempenho está diretamente ligado ao estado mental e à forma como cada lutador encara a competição: “A única coisa que eu cobro dos garotos é lutar por prazer. Não tem que lutar por obrigação. Quando você coloca obrigação, nada flui”, afirmou.
Segundo ele, o foco deve estar no processo e não apenas no resultado final: “Eu tento passar para eles: uma luta de cada vez, sem cobrança. Lutar porque está feliz, porque gosta do que está fazendo. O resultado vem conforme tudo que você fez e, principalmente, pela sua cabeça ali na hora”, concluiu.
