Ana Hissa é uma dos principais nomes do Combate, referência nos esportes de Combate (Foto: Divulgação)
O Combate está deixando para trás uma das características que marcaram sua história desde a criação. Conhecido nacionalmente pelo modelo de assinatura via pay-per-view, o canal especializado em esportes de combate passa por uma importante reformulação em sua estratégia de distribuição. A partir de agora, novos assinantes poderão acessar o canal diretamente por meio dos pacotes das operadoras de TV por assinatura, enquanto, a partir da próxima quinta-feira (30), o Combate também passa a integrar o plano premium do Globoplay. A informação foi divulgada pela comunicação da Globo.
A mudança representa um novo posicionamento para o canal, que durante anos esteve associado ao modelo de contratação de PPV, principalmente no período em que transmitia o UFC com exclusividade no Brasil. Apesar da reformulação, a Globo informou que a experiência dos atuais assinantes será mantida integralmente, sem alterações para quem já possui o serviço.
Segundo a empresa, a iniciativa faz parte de uma evolução da estratégia de distribuição do Combate, com o objetivo de ampliar o alcance da marca e aumentar os pontos de contato com o público. A chegada ao Globoplay Premium também fortalece a presença do canal dentro do ecossistema digital da Globo, acompanhando uma tendência de integração entre plataformas de streaming e televisão por assinatura.
Mesmo com o fim da longa parceria com o UFC, encerrada no início desta década, o Combate segue como uma das principais referências na cobertura das artes marciais no país. Atualmente, sua programação reúne transmissões ao vivo e exclusivas de eventos como UFC BJJ, ONE Championship, Jungle Fight, Oktagon, WGP e Fight Music Show, além de conteúdos voltados ao Boxe, Jiu-Jitsu, Judô, Kickboxing, documentários e séries especiais.
O canal ganhou projeção nacional justamente por acompanhar a explosão do MMA no Brasil, impulsionado pelas transmissões do UFC por mais de 20 anos. Durante esse período, tornou-se referência para fãs da modalidade e ajudou a consolidar a cobertura especializada das lutas na televisão brasileira. A perda dos direitos da principal organização de MMA do mundo representou um momento de transição para a emissora, que passou a diversificar seu portfólio de eventos.
