Prestes a enfrentar Ciryl Gane, Tom Aspinall falou sobre a possibilidade de enfrentar Poatan nos pesados (Foto: Reprodução)
Prestes a realizar sua primeira defesa como detentor do cinturão linear dos pesos-pesados, Tom Aspinall demonstra foco total em seu próximo compromisso, contra Ciryl Gane, na luta principal do UFC 321, neste sábado (25), em Abu Dhabi (EAU). No entanto, mesmo antes do duelo, o inglês já se vê no centro das especulações sobre um possível confronto com Alex Poatan, caso o brasileiro concretize sua tão comentada subida de categoria.
A ideia de ver Poatan atuando entre os pesados tem movimentado o cenário do MMA mundial, com fãs e analistas imaginando o que o campeão meio-pesado poderia fazer diante de atletas maiores e mais pesados. Ainda assim, Aspinall garante que não se deixa levar pela empolgação e trata um eventual encontro com o brasileiro como apenas mais um desafio em sua trajetória no UFC.
“Sinceramente, me atrai como qualquer outra luta (um possível duelo contra Poatan). Se o UFC oferecer, eu aceito. Se não, não aceito”, declarou o inglês, em entrevista ao “New York Post Sports”.
A declaração reflete o estilo pragmático de Aspinall, que tem se consolidado como um dos campeões mais equilibrados da nova geração. Técnico e cerebral, o britânico evita se envolver em polêmicas e muitas provocações, e prefere concentrar-se em sua evolução dentro do octógono.
Por outro lado, Alex Poatan continua alimentando a curiosidade dos fãs sobre uma possível incursão entre os gigantes. O brasileiro já demonstrou interesse em enfrentar Jon Jones no UFC Casa Branca, evento previsto para junho de 2026, e também mencionou o desejo de participar de superlutas, embora sem citar explicitamente uma disputa de cinturão dos pesados como prioridade.
Enquanto o futuro de Poatan segue em aberto, Aspinall mantém os pés no chão. Antes de pensar em uma superluta com o campeão brasileiro, o inglês precisa superar Ciryl Gane, um dos mais técnicos e perigosos atletas da divisão. Uma vitória convincente em Abu Dhabi pode consolidar seu nome como o principal representante da nova geração dos pesados — e abrir caminho para um possível confronto histórico com o astro brasileiro.
