Dana White e Donald Trump estão empolgados para o card histórico do UFC na Casa Branca, marcado para junho (Foto: Reprodução)
O ambicioso projeto do UFC na Casa Branca começou a ganhar contornos mais definidos nos últimos dias. No último domingo (7), o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a promover o superevento marcado para 14 de junho de 2026, destacando a intenção de montar um card histórico, possivelmente com até nove disputas de cinturão. Poucas horas depois, Dana White adicionou um novo elemento à expectativa, indicando qual atleta deve ser o primeiro nome ligado ao grandioso show.
Durante a coletiva pós-UFC 323, o presidente do Ultimate surpreendeu ao revelar que o profissional mais próximo de integrar o card não é Alex Poatan, Conor McGregor ou Jon Jones, e sim Derrick Lewis. Ao ser questionado sobre como a Paramount, nova detentora dos direitos de transmissão, lidaria com uma eventual entrevista pós-luta do irreverente “The Black Beast”, Dana respondeu de forma direta e deixou escapar o indício.
“Será que a Casa Branca está preparada para Derrick Lewis? O presidente Trump adora Lewis. Adora mesmo! Ele não me disse nada, mas não para de falar sobre Derrick Lewis. Então, vem aí uma grande luta para Lewis”, afirmou o dirigente, reforçando a sintonia entre o presidente dos EUA e o maior nocauteador da história da companhia.
A menção pública fortalece a ideia de que Lewis, conhecido pelo estilo agressivo e pelo impacto midiático, pode ser um dos pilares do evento planejado para celebrar os 250 anos da Independência dos Estados Unidos. A presença de um nome tão popular também indica o tipo de apelo que o card pretende alcançar.
Antes desse cenário especial, porém, Derrick Lewis tem um compromisso crucial. O peso-pesado enfrenta Waldo Cortes-Acosta no UFC 324, marcado para 24 de janeiro, em Las Vegas (EUA). O duelo tem peso significativo na corrida interna da divisão e pode definir o momento da carreira do americano justamente às vésperas de um possível convite para o megashow na Casa Branca.
