Projeto de Aline Campos desenvolve conexão interior com filosofia de artes marciais
Com foco em desenvolvimento humano e espiritual, o projeto MetAmor, idealizado por Aline Campos, que entrou na temporada de 2026 do reality show Big Brother Brasil, da TV Globo, apostou em unir o bem-estar físico, mental e emocional por meio de experiências integrativas. A proposta ganhou ainda mais força durante o Réveillon Duna, realizado nos Lençóis Maranhenses, em Tutóia (MA), no Delta do Parnaíba, a cerca de cinco horas da capital São Luís, reunindo vivências que vão além de uma celebração tradicional de virada de ano.
O MetAmor reúne um coletivo feminino multidisciplinar, com práticas como meditação, Yoga, Budokon, Power Ballet, treinamento funcional e Mat Pilates — um método de pilates adaptado, sem a necessidade de aparelhos -, além de outras atividades de desenvolvimento humano. As atividades foram abertas ao público nos dias que antecederam o evento principal, reforçando a proposta de imersão em autoconhecimento, movimento e conexão interior, pilares centrais do projeto.
Segundo Aline Campos, a experiência vai muito além do físico e se transforma em um processo profundo de aprendizado pessoal: “O nosso réveillon lá no Duna, nos Lençóis Maranhenses, em Tutóia, na verdade, foi uma imersão de aprendizados, de mergulhos internos, de conexão, de aprendizados e, sem dúvidas, tudo que a gente viveu lá, eu e eu tenho certeza que todos que estiveram presentes levarão pro coração”, afirmou a dançarina, atriz, apresentadora e empresária brasileira.
Entre os destaques das vivências esteve a aula de Budokon, conduzida por Marcelle Rosenthal, o método, que une yoga, mobilidade e elementos das artes marciais: “A Marcelle fez o Budokon, que é um estilo de yoga criado por americanos. É uma aula muito legal porque liga bastante com essa coisa da arte marcial, as posturas do guerreiro, enfim, tem muita coisa legal”, explicou o faixa-preta de Jiu-Jitsu André Bintang, que acompanhou de perto a experiência.
Para o futuro, a organização já avalia ampliar ainda mais esse diálogo entre corpo e mente, incluindo práticas marciais. A ideia de inserir uma vivência de Jiu-Jitsu em próximas edições surgiu justamente a partir dessas trocas, reforçando a compreensão de que as artes marciais também são ferramentas potentes de autoconhecimento e desenvolvimento humano.
